sexta-feira, 6 de julho de 2012

Em despedida, Castán diz que pretende ir ao Japão para torcer pelo Corinthians

Zagueiro campeão da Copa Libertadores disse que a questão financeira pesou na decisão de trocar o time brasileiro pela Roma


Árbitro apita o fim do jogo para a alegria de uma nação de 30 milhões de torcedores. Foto: EFE









Nos últimos anos, os jogadores de destaque que deixaram o Corinthians não conseguiram esconder o amor que sentem pelo clube do Parque São Jorge. O volante Elias, por exemplo, aproveitou as férias no futebol europeu e foi até Buenos Aires torcer pelo clube brasileiro na final da Libertadores. Inspirado no ex-companheiro, o zagueiro Leandro Castán quer fazer algo parecido.

“Estou até vendo com meu pai de viajar para o Japão. Quero ver a final do Mundial na arquibancada. Quando você joga no Corinthians, você vira corintiano. É impossível não amar esse clube. A torcida sempre apoia durante os 90 minutos”, disse o jogador, na última entrevista coletiva pelo Corinthians.
Veja também: Sucesso da Libertadores aproxima Corinthians de patrocínio fixo recorde
Peça fundamental na conquista do sonhado título continental, Castán disse que a questão financeira pesou na
Nos últimos anos, os jogadores de destaque que deixaram o Corinthians não conseguiram esconder o amor que sentem pelo clube do Parque São Jorge. O volante Elias, por exemplo, aproveitou as férias no futebol europeu e foi até Buenos Aires torcer pelo clube brasileiro na final da Libertadores. Inspirado no ex-companheiro, o zagueiro Leandro Castán quer fazer algo parecido.

“Estou até vendo com meu pai de viajar para o Japão. Quero ver a final do Mundial na arquibancada. Quando você joga no Corinthians, você vira corintiano. É impossível não amar esse clube. A torcida sempre apoia durante os 90 minutos”, disse o jogador, na última entrevista coletiva pelo Corinthians.
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Peça fundamental na conquista do sonhado título continental, Castán disse que a questão financeira pesou na

decisão de trocar o time do Parque São Jorge pelo clube italiano. “A parte financeira foi muito boa para minha família e eu não tenho passaporte comunitário. Não sei se teria outra oportunidade como essa”, explicou.
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“Ainda não caiu a ficha que sou um ex-jogador do Corinthians. Vou sentir falta dessa rotina. É difícil imaginar que vou ficar longe daqui. São muitos sentimentos passando pela minha cabeça. Estou realizando um sonho de jogar em um time de ponta da Europa, mas triste por deixar o time que me abriu as portas”, acrescentou.

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