Estadio do Corinthians










Corinthians x Danubio

Escudo da Arena Corinthians

A instalação dos vidros da cobertura dos setores Oeste e Leste foi iniciada

Arena Corinthians receberá o primeiro treino do Corinthians




Por outro ângulo, a vista aérea dos arredores do estádio

As obras atingiram 50% de conclusão e seguem aceleradas
As arquibancadas praticamente concluídas ainda não mudaram muito a aparência nos últimos dias
O bonito entardecer em Itaquera
As luzes mostram que as obras continuam mesmo durante a noite
Do alto, os acessos da Arena que tem sido motivo de polêmica





Na presença de Lula, Corinthians e Odebrecht assinam contrato do Itaquerão




A esperada assinatura de contrato entre Corinthians e a empreiteira Odebrecht para a construção do Itaquerão, estádio sede da Copa do Mundo de 2014, aconteceu na tarde deste sábado, durante a festa de 101 anos do clube alvinegro, no bairro da zona leste da capital paulista.




O ex-presidente Lula compareceu ao local e foi o convidado de honra para apreciar o contrato. O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e diretores da Odebrecht acompanharam Lula na análise do documento.



“É um dia histórico, tão histórico quanto o gol do Basílio contra a Ponte Preta em 1977 que acabou de aparecer [no telão]”, discursou Lula, em referência ao gol do Corinthians na final do Paulista de 1977, que acabou com um jejum de 23 anos sem título.


Andrés agradeceu ao ex-presidente do Brasil e disse que sempre ouviu os seus conselhos para colocar em prática o projeto. O mandatário corintiano foi por diversas vezes aclamado pelos torcedores.




Segundo informações da Polícia Militar, entre 3 mil e 4 mil pessoas circulam nas ruas de Itaquera para acompanhar a festa, que terá shows musicais.



Projetado para receber 48 mil pessoas e o jogo de abertura do Mundial, capacidade que será ampliada por 20 mil lugares móveis do governo estadual, o Itaquerão terá 180 mil metros quadrados. Além do campo, dos vestiários e das arquibancadas, a arena ainda contará com dois restaurantes (um com 1.130 metros quadrados, para o público em geral, e outro de 180 metros quadrados, apenas para os convidados mais importantes da Fifa), além de um espaço para patrocinadores com 5.000 metros quadrados.



O orçamento previsto para a obra é de R$ 820 milhões, que soma incentivos fiscais da prefeitura (R$ 400 milhões) a um empréstimo do BNDES (R$ 420 milhões). Para chegar a 68 mil pessoas, capacidade necessária para o jogo inaugural da Copa, será necessário um investimento de R$ 70 milhões do Governo do Estado de São Paulo.



O estádio só não é mais caro que a reforma do Maracanã, orçada, até o momento, em R$ 931 milhões.



Corinthians divulga imagens internas do Fielzão

Ilustrações mostram outros ângulos e parte de dentro do estádio, que está sendo construído em Itaquera

O Corinthians divulgou na manhã desta sexta-feira novas imagens do projeto do futuro estádio do estádio, em Itaquera. Nas montagens, é possível ver, além de novos ângulos da arena, a parte interna do Fielzão

As notícias do Fielzão e do Timão chegam primeiro até você!

No dia 25 de junho, o Corinthians já havia divulgado outras imagens do estádio, mostrando a parte externa do projeto e também ilustrações com as entradas para os torcedores e explicando o funcionamento das arquibancadas móveis.

O estádio em Itaquera é o favorito para receber a abertura da Copa do Mundo de 2014. Para atender às exigências da Fifa e construir uma arena com capacidade para 65 mil pessoas, o clube e a Odebrecht - construtora responsável pela obra - aguardam a aprovação do projeto de lei que prevê incentivos fiscais de até R$ 420 milhões para quem investir na Zona Leste. Somado a isso, o Timão espera também contar com um empréstimo de R$ 400 milhões no BNDES.

Com custos definidos, Corinthians aguarda Câmara para assinar contrato com BNDES e Odebrecht

O estádio do Corinthians será orçado entre R$ 750 e R$ 850 milhões de acordo com o diretor de marketing do clube, Luís Paulo Rosenberg. O preço estimado do “Fielzão”, hoje, continua em R$ 700 milhões, diz o dirigente, mas a inflação nos próximos três anos, até a conclusão das obras, em dezembro de 2013, pode interferir no custo final da obra do estádio candidato a abrir a Copa de 2014.

“Uma coisa é a estimativa do custo e a outra a variação do custo nos próximos três anos. No preço fixo que tenho de fechar com o BNDES tenho que incluir essa variação e estamos fazendo um estudo econométrico desse reajuste. Eu diria que fechando o orçamento entre R$ 750 e 850 milhões, você certamente vai ter essas garantias”, disse Rosenberg durante evento em que apresentou o relatório de sustentabilidade do clube em 2010, no Parque São Jorge.

“Um estádio de Copa sai entre 750 e 850 com o custo presente de 700, mas tem avanço de mão de obra, preço do cimento, o reajuste inflacionário e isso não abala a estrutura financeira. No fim, a receita para o Corinthians acompanha a receita do estádio e vai ser elas por elas”, completou.

A assinatura do contrato de financiamento entre BNDES, Odebrecht e Corinthians ainda não foi firmado e precisa ser feito até o dia 11 de julho, data limite para se apresentar à Fifa as garantias financeiras do empreendimento em Itaquera. “O BNDES quando financia os estádios da Copa tem que ter preocupação que não está financiando um pedaço e sim uma obra com começo, meio e fim. Se São Paulo quer ter estádio de abertura, maior do que era o estádio do com custo maior, o BNDES vai exigir que haja comprovação dos recursos do estádio”, comentou.

Para se ter essa assinatura, clube e parceiros esperam que a Câmara Municipal vote o projeto de lei que autoriza a prefeitura de São Paulo a isentar o clube do pagamento de impostos por conta do desenvolvimento que a obra levara para a região leste.
Porém, a Câmara adiou nesta terça-feira a primeira votação de tais incentivos fiscais para viabilizar a construção de estádio de 65 mil lugares, necessário para receber a abertura da Copa de 2014. Rosenberg não mostra preocupação quanto à construção do estádio e diz que ele sair mesmo se os vereadores votarem contra o projeto.
“Essa é uma questão política, ligada à vontade da prefeitura de São Paulo de hospedar a abertura. Os ganhos são enormes, muito mais que esse benefício menciona e diz respeito à uma lei já existente para a Zona Leste. A lógica vai prevalecer, independente de ser Corinthians, independente de ter vereadores do São Paulo (Aurélio Miguel, do PR), o bem estar da cidade vai ser atendido”, comentou. “O Corinthians continua com seu projeto, vai ser construído e tenho absoluto serenidade para dizer que vai ser o estádio da abertura”.




Odebrecht aceita preço para construção da Arena Corinthians










Corinthians e Odebrecht finalmente acertaram o preço da obra da construção do Fielzão e deverão assinar contrato até a próxima quinta-feira, 30 de junho. A previsão de data foi feita na sexta-feira pelo presidente do clube, Andrés Sanchez. Desta vez, há concordância dentro da Odebrecht.



O LANCENET! apurou que o contrato está definido. Depende apenas da votação pela Câmara Municipal do projeto de lei de incentivo fiscal ao clube – que entrará em vigor apenas caso o estádio seja usado para a abertura da Copa.



Caso o estádio seja mesmo da abertura, o preço ficará em R$ 700 milhões, segundo fontes do clube e também da empresa. E com o sistema de preço fechado, ele não poderá ser aumentado.



Isso significa que o clube teve sucesso na redução do orçamento de R$ 1,07 bilhão que dizia ter recebido da Odebrecht.


Terceirização

Desde que emergiu o orçamento de R$ 1,07 bilhão, que a Odebrecht jamais negou, Sanchez vinha dizendo que por aquele valor não sairia negócio. Reivindicou que a Fifa ou algum nível de governo pagasse uma parte e, diante da negativa, finalmente encomendou outro orçamento.



Há cerca de 20 dias, a construtora Serpal avaliou a construção em R$ 650 milhões e se candidatou a realizar a obra por esse preço, com ou sem a Odebrecht na parada.

Mas o Corinthians não quis abrir mão da construtora baiana, e tentou incluir a Serpal, o que, posteriormente foi descartado.

Novo Estadio do Sport Clube Corinthians Paulista


Fica em Itaquera,na Zona Leste.

 
O estádio do Corinthians, que será anunciado oficialmente pelo presidente Andrés Sanches nesta terça-feira (dia 31), véspera do aniversário de 100 anos do clube, terá 48 mil lugares, mas já está preparado para ser ampliado para acomodar 70 mil torcedores e, assim, provavelmente ser utilizado como palco da abertura da Copa do Mundo de 2014 - a Fifa exige, para o jogo inaugural, uma arena com capacidade mínima para 65 mil. O GLOBOESPORTE.COM mostra como será a tão sonhada casa do Timão, a ser construída no bairro paulistano de Itaquera. Corintiano, eis aqui o seu presente pelo centenário, já batizado popularmente de Fielzão.



As obras começarão em janeiro de 2011 e a expectativa é que o estádio esteja pronto até, no máximo, fevereiro de 2013 – podendo ser usado na Copa das Confederações. A área de 200 mil metros quadrados fica em Itaquera, reduto corintiano na zona leste da capital paulista, ao lado do local que hoje abriga um dos centros de treinamento do Alvinegro.




O sonho está concretizado "Andrés SanchesA capacidade inicial da arena é para 48 mil pessoas. Para sonhar com a abertura da Copa do Mundo, seria preciso ter 65 mil lugares. No projeto já está prevista a ampliação de mais 22 mil, chegando a 70 mil, com a instalação de cadeiras nos dois vãos livres localizados atrás dos gols.



- Será tudo feito por blocos. Hoje, o estádio está preparado para 48 mil pessoas, mas pode crescer para chegar até 70 mil. Não teríamos nenhum problema em adequar ao padrão da Fifa - explicou Andrés Sanches.



Será um estádio moderno, mas sem nenhum design futurista. A área contará com estacionamento e ainda terá acesso pela linha vermelha do metrô – a estação Corinthians-Itaquera é vizinha ao terreno escolhido.
 
O valor da obra está orçado entre R$ 300 e R$ 350 milhões e será custeado pela construtora Odebrecht. O Corinthians pagará a empresa com o naming rights (direitos do nome). Traduzindo: o Timão venderá o nome da arena para uma empresa e o que arrecadar com essa cessão repassará à Odebrecht. O que faltar para atingir o total, o clube terá dez anos para devolver à empresa.




- Só negociamos o naming rights. O resto será tudo do Corinthians. É 100% nosso: camarotes, cadeiras cativas, placas, restaurantes, estacionamento...



Nesta segunda-feira pela manhã, o governador Alberto Goldman irá vistoriar o terreno. Na terça, Andrés fará o anuncio oficial do lançamento. A ideia do presidente é divulgar todos os detalhes numa festa que o clube preparou para o Vale do Anhangabaú, no centro da cidade. São esperados 50 mil corintianos para assistir a uma série de shows musicais. Jogadores e ex-ídolos estarão presentes. Andrés espera conseguir levar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao evento. À tarde, Lula irá ao Parque São Jorge para receber homenagens, mas Sanches acredita que convencerá o corintiano mais ilustre do país a permanecer ao seu lado para poder dividir o momento que a torcida alvinegra mais aguarda nos seus 100 anos de existência.
 
Nós, corintianos, fomos muito enganados e ficamos muito frustrados com maquetes e projetos no decorrer desses 100 anos. Mas desde que assumi o clube (em outubro de 2007), trabalho diariamente para ter um novo estádio. E agora o sonho está concretizado.




A cada resposta que dá, Andrés fala que o estádio será construído prioritariamente para o Corinthians. A questão da Copa do Mundo, segundo ele, é secundária. Mas sem o aval da CBF e do governo do estado, talvez o projeto não saísse do papel neste momento. Para ampliar a sua arena para 70 mil torcedores, seria necessário um investimento extra de R$ 170 ou R$ 180 milhões.



- O Corinthians não aceitaria dinheiro público, mas também não teremos dinheiro para pagar essa conta. Então, temos de sentar junto com as pessoas da CBF e da Fifa para discutir qual é a melhor maneira de fazer essa engenharia financeira.

Fielzão:


Fielzão terá R$ 420 mil em incentivos fiscais

Prefeitura publica alvará e libera obra do Fielzão

Projeto de incentivos fiscais divide Câmara

Pedido do MPF pode atrasar ainda mais o Fielzão

O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, visitou nesta terça-feira a Câmara Municipal de São Paulo para conversar com os vereadores sobre o projeto de isenção fiscal ao estádio de Itaquera, o Fielzão. A futura casa corintiana, que pleiteia ser o palco de abertura da Copa do Mundo de 2014, pode ter uma isenção de até R$ 420 milhões em incentivos fiscais. Sanchez já disse que sem a aprovação do projeto, o Corinthians não terá condições de erguer o estádio.



Nota oficial

Também nesta terça-feira, o Corinthians divulgou nota oficial para explicar como pretende erguer o seu futuro estádio e, de forma indireta, rebateu as críticas que sofreu por causa de possíveis benefícios que poderá receber do poder público para a construção do local, no bairro de Itaquera, na zona leste de São Paulo. A arena corintiana, cujas as obras ainda estão em fase inicial, foi escolhida para ser o palco de São Paulo na Copa do Mundo de 2014.
 
O clube nega que esteja sendo privilegiado com "um enorme pacote de isenções", que é objeto do Projeto de Lei (PL) analisado pela Câmara Municipal. Para justificar a sua posição, o Corinthians enumerou itens, listando perguntas e respostas, e disse que o incentivo fiscal que receberá "consiste em isentar do ISS (Imposto Sobre Serviços) os serviços de construção do estádio" e não é uma exclusividade dada ao clube.




"Esta isenção, na verdade, é concedida aos serviços de construção (ou reforma) pelas 12 cidades-sede da Copa do Mundo, inclusive Porto Alegre e Curitiba, nas quais os titulares dos estádios são privados (Internacional e Atlético-PR, respectivamente). Isentar do ISS os serviços de construção foi um compromisso assumido pelas 12 cidades-sede perante a Fifa, em documento chamado 'Matriz de Responsabilidades', que conjuga uma série de obrigações impostas pela Fifa, em todas as Copas do Mundo, como condição a todas as cidades (e Estados) que pretendem sediar o evento", afirma o trecho da nota publicada pelo Corinthians, que depois diz que, com isso, "São Paulo está apenas cumprindo a obrigação assumida pelo município perante a Fifa".



Já ao comentar sobre os incentivos financeiros que receberá, o Corinthians primeiro fala sobre os "tais R$ 420 milhões" que servirão para a construção do seu futuro estádio, enfatizando que o benefício não é apenas para este fim, mas também para o "desenvolvimento da zona leste, a menos desenvolvida de São Paulo", onde estará localizado a futura arena corintiana.
 
No comunicado que divulgou, o clube esclareceu que os "Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs) existem na legislação de São Paulo desde 2005 (Lei nº 14.096, de 8 de dezembro de 2005, alterada pela Lei nº 14.256, de 29 de dezembro de 2006), quando foram criados como mecanismo ao desenvolvimento da Região da Luz (anos antes, portanto, da própria confirmação da realização da Copa do Mundo no Brasil)". E o Corinthians explicou também que "especificamente na zona leste, na área onde está sendo construído o novo estádio, os CIDs existem desde 2007, por ocasião da edição da Lei nº 14.654, de 20 de dezembro de 2007".




Abertura

Para encerrar o seu comunicado, o Corinthians afirmou que seu projeto inicial previa a construção de um estádio para 48 mil pessoas, mas, como São Paulo luta para receber a abertura da Copa do Mundo, o clube precisará de recursos extras para erguer um palco para 65 mil expectadores, capacidade mínima exigida pela Fifa para o jogo que abre um Mundial.



"A concessão dos CIDs permitirá ao Corinthians absorver o aumento de custos derivado da modificação do projeto originalmente previsto, necessário a que São Paulo possa sediar a abertura da Copa e, com isso, obter enormes incrementos de receita tributária, ganhos urbanísticos à zona leste e projeção internacional única", finaliza a nota oficial.
 





No limite, Odebrecht faz apelo a autoridades por verba para Itaquera

Construtora pede agilidade na liberação das verbas do estádio

Na visita oficial desta terça-feira no futuro estádio em Itaquera (Zona Leste de São Paulo), o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, distribuiu sorrisos, brincou com um futuro clássico entre Corinthians e Palmeiras pela Libertadores da América e exaltou a "visível evolução" das obras. Porém, ouviu nos bastidores que nem tudo está perfeito: a construtora Odebrecht clamou por agilidade para a liberação dos recursos da construção do palco da abertura da Copa do Mundo de 2014. Deixe seu recado e comente a notícia com outros torcedores Antonio Gavioli, diretor de contrato da Odebrecht, utilizou seu discurso na reunião reservada para pedir a verba referente ao BNDS (R$ 400 milhões) e as emissões do CIDs - Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (R$ 420 milhões). Até o momento, nenhum valor foi encaminhado para os gastos da obra. Leia mais: Estádio do Corinthians terá 60% de obra concluída até final do ano O representante da construtora chegou a citar no encontro a possibilidade de dificuldades na obra caso o dinheiro não fique à disposição até o início do segundo semestre. Oficialmente, a Odebrecht nega qualquer tipo de crise financeira neste momento, em um discurso seguido pelo próprio Governo Federal. Veja também: Aldo desconhece ressalvas da Fifa a Salvador e Recife para 2013 "As exposições realizadas pelos representantes da empresa Odebretch testemunham que o andamento das obras está compatível com calendário estabelecido. Temos absoluta confiança no cumprimento do cronograma", discursou Aldo Rebelo na visita ao estádio da abertura da Copa-2014. E ainda: Fifa adia definição de sedes da Copa das Confederações O encontro em Itaquera também teve a presença do prefeito Gilberto Kassab, do secretário estadual de Esporte, Lazer e Juventude, Benedito Fernandes, e do secretário especial de articulação para a Copa em São Paulo, Gilmar Tadeu Alves. As autoridades esperam que a construção alcance o patamar superior a 60% finalizada até o fim de 2012. Em contrapartida, qualquer tipo de obstáculo na obra seria fatal para o cronograma que prevê a conclusão, no máximo, em dezembro do ano que vem. Até o momento, a Odebrecht toca a construção em Itaquera com dois empréstimos. A construtora obteve R$ 100 milhões junto ao Banco Santander e outros R$ 150 milhões no Banco do Brasil, que serão pagos com o dinheiro previsto no orçamento de R$ 820 milhões. Os juros do financiamento são bancados pelo Corinthians. Os governantes prometeram auxiliar a Odebrecht. Na reunião em Itaquera, Aldo Rebelo colocou a equipe do Ministério do Esporte à disposição da construtora na busca pelo dinheiro do BNDS. "O Governo Federal sempre tem o compromisso de ajudar dentro do que estiver ao seu alcance para solucionar qualquer questão e contribuir com o bom andamento das obras", disse o ministro. A obra em Itaquera é considerada com o menor custo por metro quadrado entre as sedes da Copa do Mundo de 2014. Ainda assim, também foi gasto no primeiro ano da construção um valor considerável em ações para aumentar a visibilidade do projeto.


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